Quadrilha é condenada a mais de 44 anos de prisão por morte de homem que se recusou a sair de casa após separação em MG

Grupo é condenado por executar homem em emboscada em Carmo do Rio Claro, MG Divulgação/Portal Onda Sul Quatro pessoas foram condenadas pelo homicídio de um ...

Quadrilha é condenada a mais de 44 anos de prisão por morte de homem que se recusou a sair de casa após separação em MG
Quadrilha é condenada a mais de 44 anos de prisão por morte de homem que se recusou a sair de casa após separação em MG (Foto: Reprodução)

Grupo é condenado por executar homem em emboscada em Carmo do Rio Claro, MG Divulgação/Portal Onda Sul Quatro pessoas foram condenadas pelo homicídio de um homem de 35 anos, ocorrido em dezembro de 2023 em Carmo do Rio Claro (MG). Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), as penas somadas ultrapassam 44 anos de reclusão. O Tribunal do Júri acatou a tese de que o crime foi premeditado e cometido mediante emboscada por um grupo organizado. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram O julgamento foi concluído na madrugada da última sexta-feira (6), mas a sentença só foi publicada na quarta-feira (11). De acordo com a Promotoria de Justiça da cidade, o crime foi motivado por um conflito envolvendo a permanência da vítima, identificada como Nisterley Aparecido de Souza, em uma casa pertencente à ex-companheira — uma das rés. Após o término do relacionamento, o homem se recusava a deixar o imóvel. A proprietária, então, ordenou que os demais envolvidos retirassem Nisterley da residência “a qualquer custo”, o que levou ao planejamento da ação. LEIA TAMBÉM Homem de 35 anos é encontrado morto na própria casa com sinais de violência em MG Lorena Lemos traz os destaques do g1 Sul de Minas nesta semana A execução ocorreu na noite de 15 de dezembro de 2023. O grupo se reuniu previamente para dividir funções: parte dos acusados seria responsável por atrair e render a vítima, enquanto outros aguardariam do lado de fora para realizar o ataque. Nisterley foi surpreendido dentro da casa, retirado à força para a área externa e impedido de reagir ou fugir. No local, ele foi atingido por disparos de arma de fogo e, já caído, agredido com um instrumento contundente. O laudo pericial apontou traumatismo craniano como causa da morte. O principal executor recebeu a maior pena: 21 anos, quatro meses e 15 dias de reclusão, em regime fechado. Outra ré foi condenada a 13 anos. Duas mulheres, incluindo a mandante, receberam penas de cinco anos e quatro anos e nove meses, ambas em regime semiaberto. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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